Licorne, s. m. Animal fabuloso, espécie de cavalo com um chifre no meio da testa, que, de acordo com Plínio, teria existido na África Central; alicorne. // O m. q. narval e unicórnio. // Constelação austral. Uma editora na RE-EXISTÊNCIA.
segunda-feira, 24 de junho de 2019
quarta-feira, 12 de junho de 2019
SUPIPOSTULARE ENCYCLOPAEDIA, de Miguel Esteves Pinto
«Supipostularei sempre que deus ou o grande golfinho colorido mo peça.
Custa-me, mas sou um benfeitor.»
Com prefácios de Manuel Monteiro e de Manuel João Vieira.
Custa-me, mas sou um benfeitor.»
Com prefácios de Manuel Monteiro e de Manuel João Vieira.
ISBN: 978-989-8789-46-4
96 páginas
pvp: 13 €
quarta-feira, 29 de maio de 2019
domingo, 17 de março de 2019
Frei Agostinho da Cruz, pela mão de Ruy Ventura
"Camões é o poeta que eu mais admiro, Frei Agostinho é o poeta que eu mais amo: o poeta mais sincero e lusíada que Deus abençoou."
Teixeira de Pascoaes; Os Poetas Lusíadas
Com organização e prefácio de Ruy Ventura.
Teixeira de Pascoaes; Os Poetas Lusíadas
Com organização e prefácio de Ruy Ventura.
ISBN: 978-989-8789-44-0
304 páginas
Pvp: 15 €
domingo, 24 de fevereiro de 2019
O DUPLO FULGOR DO TEMPO, por Maria Graciete Besse
Duas mulheres na História de Portugal. Uma no século xviii, a outra no século xx.
Maria Graciete Besse tem publicado ensaio, poesia e ficção; em Portugal e em França.
ISBN: 978-989-8789-45-7
186 páginas
Pvp: 13 €
sexta-feira, 25 de janeiro de 2019
MEDULA, de Manuel Silva-Terra
*
Um homem sem idade, porque os pedintes e os sem-abrigo, como
é este homem, não tem dias. Só têm rugas, barba e cabelos grandes. Cabelos
brancos e desgrenhados, barba branca por aparar.
Cruzaram-se os dois homens ao final do dia, nos subúrbios da
cidade.
O homem bem vestido regressava a casa, depois de mais um dia
de trabalho no escritório.
O homem dito sem-abrigo empurrava um carrinho de supermercado
cheio de caixotes com os seus poucos haveres. Havia uma semana que estava em
viagem. Tinha atravessado a ponte a pé, com os seus sacos às costas. Foi
mandado parar e identificado pela Guarda. Continuou. No primeiro supermercado
que encontrou à beira da estrada, tranquilamente encheu um carrinho de compras
vazio com os seus sacos e caminhou durante uma semana.
– Assim se imaginou o homem de fato e gravata.
ISBN: 978-989-8789-42-6
140 páginas
PVP: 12 €
sábado, 5 de janeiro de 2019
TRAUMA, por Leonora Rosado
Da estranheza
Nasceu um corpo
O golpe
Numa maçã do rosto
Éramos íntimos da corrente
Do rio
Sem falar
Ancorávamos a nossa solidão
Não fossem as águas
Sentir o nosso desassossego
Numa tão doentia réplica
Nasceu um corpo
O golpe
Numa maçã do rosto
Éramos íntimos da corrente
Do rio
Sem falar
Ancorávamos a nossa solidão
Não fossem as águas
Sentir o nosso desassossego
Numa tão doentia réplica
ISBN: 978-989-8789-43-3
88 páginas
PVP: 10 euros
terça-feira, 3 de julho de 2018
SOMOS INFELIZES, por António Ladeira
DEUS VIVENTE
Deus vivente e abrangente
da palavra procedente.
Na mortalha permanente
do presente
vens em figura de gente.
(Cota de malha e limalha.)
Olha para os mortos do
dia
vem fazer-nos companhia.
[...]
António Ladeira é letrista da cantora de jazz americana Stacey Kent e do cantor-compositor luso-brasileiro Felipe Fontenelle.
Deus vivente e abrangente
da palavra procedente.
Na mortalha permanente
do presente
vens em figura de gente.
(Cota de malha e limalha.)
Olha para os mortos do
dia
vem fazer-nos companhia.
[...]
António Ladeira é letrista da cantora de jazz americana Stacey Kent e do cantor-compositor luso-brasileiro Felipe Fontenelle.
ISBN: 978-989-8789-41-9
118 páginas
PVP: 10 €
quarta-feira, 13 de junho de 2018
Casimiro de Brito e a MEMÓRIA DO PARAÍSO
morro de prazer
e já não sei onde estou
no céu ou no chão?
isbn: 978-989-8789-40-2
124 páginas
pvp: 10 €
terça-feira, 12 de junho de 2018
quinta-feira, 7 de junho de 2018
terça-feira, 29 de maio de 2018
A "devir", nº 5
ISSN: 2183-5381-05
Pvp: 12 €
Artigos de
Alfredo Aracil, Ana Mata, António Cândido Franco
Joana Ruas, João Távora, José António Falcão, José Kozer
Maria Joana Vilela
Nuno Júdice, Nuno Matos Duarte
Pedro L. R. Dias
Rosa Alice Branco, Ruy Ventura
Susana Maia Porto
Teresa Projecto
Pvp: 12 €
Artigos de
Alfredo Aracil, Ana Mata, António Cândido Franco
Joana Ruas, João Távora, José António Falcão, José Kozer
Maria Joana Vilela
Nuno Júdice, Nuno Matos Duarte
Pedro L. R. Dias
Rosa Alice Branco, Ruy Ventura
Susana Maia Porto
Teresa Projecto
quarta-feira, 23 de maio de 2018
sábado, 14 de abril de 2018
O INDIVIDUALISTA - solilóquio de um esteta, por Nuno Matos Duarte
"À primeira impressão pode parecer-lhe estranho, herético, até, mas para mim a obra de arte reside mais no universo que dela nasce, mas que a transcende, do que no próprio objecto físico que a constitui." (pag. 165)
ISBN: 978-989-8789-38-9
336 páginas
PVP: 15 €
quinta-feira, 12 de abril de 2018
NADA FICARÁ ESCRITO, por Pedro Paixão
"O que escrevo exige a minha morte. Confundi o que escrevi com a minha vida. A ponto de deixar de saber o que era uma coisa , o que era a outra."
ISBN: 978-989-8789-39-6
172 páginas
PVP: 12 €
domingo, 18 de fevereiro de 2018
Maria Graciete Besse, NA INCLINAÇÃO DA LUZ
1.
Eis o lugar onde começa
o sobressalto
o mar tão perto
as casas caiadas de miséria
e paciência
o céu limpo onde as gaivotas
escurecem.
É quando alguém grita
de muito longe
o abandono
atravessando o arame
dos sonhos.
Eis o lugar onde começa
o sobressalto
o mar tão perto
as casas caiadas de miséria
e paciência
o céu limpo onde as gaivotas
escurecem.
É quando alguém grita
de muito longe
o abandono
atravessando o arame
dos sonhos.
ISBN: 978-989-8789-37-2
68 páginas
Pvp: 8 €
segunda-feira, 22 de janeiro de 2018
Bem vindo, Wang Wei
Wang Wei nasceu em 701, no norte
da China, onde passou a infância e a juventude, e faleceu em 761. O seu pai desempenhava
um alto cargo na administração imperial, a sua mãe era uma fervorosa seguidora
do budismo. Desde muito cedo revelou talentos de músico, pintor e poeta. Aos
vinte anos foi-lhe atribuído o lugar de secretário para a música na capital da
província. Mais tarde foi deportado para o interior, em resultado de uma falta
cometida por um seu subordinado. Aos vinte e sete anos retira-se para a
montanha e no regresso casa-se. A sua mulher morrerá quando ele tem trinta anos,
não mais voltará a casar.
Nesta época florescem o budismo,
a pintura de paisagens e a poesia com Li Po e Tu Fu. Este budismo é uma versão
taoista chinesa do budismo original indiano e propõe uma união entre o “eu” e a
natureza. Trata-se de uma experiência que é revelação imediata e intuitiva do
infinito ciclo vital em todos os seres viventes, experiência que mobiliza um
intenso sentimento de liberdade e de compaixão com todos as criaturas vivas.
Influenciado pela mãe, Wang Wei
estuda o budismo. Nos seus poemas irá procurar captar o vazio como forma de
conhecimento da eternidade. Compreender o vazio é compreender que tudo nos
escapa e que não há verdade absoluta. Daqui o acordo necessário entre a arte e
o ritmo espontâneo e orgânico da natureza.
De 740 a 755, Wang Wei ocupa
funções elevadas na administração da província, mas estas funções são
equilibradas com longos retiros na montanha. Em 750 funda um mosteiro para dar
abrigo a monges budistas, neste mosteiro passará muitas temporadas em meditação. Em 755,
em consequência de uma violenta rebelião, o imperador foge para sul, Wang Wei é
encarcerado e a música banida. Em 759, com o regresso ao poder dos antigos
senhores, Wang Wei é de novo reconduzido nas suas funções de secretário de
estado para a música.
Este é um dos poemas da sua
velhice
Com a idade já demasiado lento para compor poemas
Só a velhice por companhia
Nesta vida poeta por engano
Sem dúvida, pintor numa existência anterior
Não podemos abandonar os velhos hábitos
Por acaso conhecido no mundo pelas pessoas
Se o meu nome e apelido concordam
Que sabe o coração verdadeiramente?
Traduzir poesia é verter um
líquido precioso de um vaso para outro. Foi o que fiz, neste caso como noutros,
a partir de versões em diferentes línguas.
Toda a poesia sofre a marca do
Tempo. Alguma, como neste caso, a sua intemporalidade é urgência e chegou
passado muito tempo.
M. S. T.
ISBN: 978-989-8789-35-8
78 PÁGINAS
Pvp: 9 €
quarta-feira, 6 de dezembro de 2017
quinta-feira, 2 de novembro de 2017
R. M. RILKE, Das Rosas
«Flor tão íntima,
no teu sonho,
pendes sobre a manhã
molhada e lacrimosa.
Em suave força dormindo,
num incerto desejo,
desenvolves ternas formas
entre a face e os seios.»
Edição bilingue
Verões de Manuel Silva-Terra
58 páginas
Isbn: 978-989-8789-34-1
Pvp: 8 €
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